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Contratos de trabalho dos 50 funcionários do SAMU de Maringá são rescindidos e publicados

Fotos de Contratos de trabalho dos 50 funcionários do SAMU de Maringá são rescindidos e publicados

Todos os integrantes das equipes de médicos, enfermeiros, condutores de veículos de urgência e teleatendentes do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) de Maringá, que totalizam 50 profissionais, tiveram seus contratos de trabalho com a Prefeitura de Maringá rescindidos nos dias 6 e 7 de fevereiro, conforme publicado no Diário Oficial do Município na noite desta quarta-feira, 11.

Os profissionais que atuavam no SAMU eram celetistas – e não estatutários, que são concursados e têm estabilidade. Foram rescindidos os contratos de 20 enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem; 17 condutores de veículos de urgência; 9 médicos; 2 teleatendentes; 1 odontólogo; e 1 controlador de frota.

O SAMU de Maringá passou a ser operado pelo Consórcio Público Intermunicipal de Gestão da Amusep (Proamusep), que já atendia todos os demais municípios das regiões Norte e Noroeste do Paraná. O anúncio da extinção dos 50 cargos municipais do SAMU foi feito no dia 6 de janeiro deste ano, pelo secretário municipal de Saúde, Antônio Carlos Nardi.

A extinção dos cargos se deu por decisão do Ministério Público de Trabalho do Paraná, pois a escala de trabalho dos celetistas era incompatível com a dos demais servidores concursados do SAMU Regional e estava gerando muita hora extra para a Prefeitura de Maringá. Apesar da extinção dos cargos e da rescisão dos contratos de trabalho, não houve nenhuma interrupção nos atendimentos do SAMU.

O diretor-técnico do Samu Regional, Etore Moscardi, explicou à época que, devido à decisão judicial do Ministério Público do Trabalho, em agosto de 2025, o Consórcio vinha se preparando para a extinção dos 50 cargos de Maringá. “Nós já temos uma reserva técnica do último concurso realizado”, afirmou.