O empresário maringaense Eduardo Rocha Belbe, de 43 anos, é apontado como principal suspeito de assassinar a companheira, Mariane Caroline do Carmo, de 32 anos, no fim da tarde desta terça-feira (21), na Rua José Celini, em Mandaguaçu. A vítima foi atingida por um disparo de arma de fogo na região do tórax e morreu ainda no local, antes da chegada do socorro. O crime é tratado como feminicídio e foi registrado por câmeras de segurança.
Segundo informações apuradas pelo site Plantão Maringá e confirmadas por outros veículos da região, o casal, que morava em Maringá, havia ido até Mandaguaçu para almoçar na casa da mãe de Mariane. Durante a tarde, o clima familiar mudou após comentários sobre um irmão da vítima que reside em Portugal.
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Relatos indicam que o suspeito, que havia consumido bebida alcoólica, se irritou com os elogios ao cunhado e iniciou uma discussão com a companheira e a sogra. Em meio ao desentendimento, ele deixou a residência, mas retornou pouco tempo depois armado. No intervalo, Mariane e a mãe saíram até um mercado. Ao retornarem, encontraram o homem à espera. Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que ele aborda a vítima de forma agressiva, iniciando uma luta corporal.

De acordo com testemunhas, o suspeito tentou inicialmente atirar contra a sogra, mas a arma falhou. Em seguida, efetuou o disparo que atingiu Mariane. Mesmo ferida, ela ainda tentou se afastar, mas caiu na via pública. A mãe da vítima tentou intervir e também foi ameaçada. O agressor ainda tentou realizar novos disparos, porém a arma voltou a falhar. Na sequência, ele fugiu do local em uma caminhonete e não havia sido localizado até a última atualização do caso.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas, mas apenas puderam constatar o óbito. As investigações apontam que o relacionamento do casal durava cerca de dez meses e já havia histórico de violência doméstica. Mariane teria sido agredida anteriormente, mas manteve o relacionamento. Ela deixa cinco filhos, todos de um relacionamento anterior.
A Polícia Civil do Paraná investiga o caso e realiza diligências para localizar o suspeito, além de analisar imagens de segurança e ouvir testemunhas para esclarecer completamente a dinâmica do crime.















