Uma mulher de 32 anos foi assassinada com um disparo de arma de fogo no fim da tarde de terça-feira (21), na Rua José Celini, em Mandaguaçu. A vítima, identificada como Miriane Caroline do Carmo, foi atingida na região do tórax e morreu ainda no local.

O principal suspeito do crime é o companheiro da vítima, um empresário do ramo de sucatas residente em Maringá, que fugiu logo após o disparo e segue sendo procurado pelas autoridades.
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De acordo com informações apuradas pelo site Plantão Maringá, o casal havia se deslocado até Mandaguaçu para almoçar na casa da mãe de Miriane. Durante a tarde, o ambiente familiar teria sido alterado após comentários sobre um irmão da vítima que atualmente reside em Portugal.
Segundo relatos, os elogios ao familiar teriam incomodado o suspeito, que, já sob efeito de álcool, iniciou uma discussão com a companheira e a sogra.
Testemunhas relataram que, em meio ao desentendimento, o homem deixou o local, retornando pouco tempo depois. Nesse intervalo, Miriane e a mãe saíram para comprar bebidas em um mercado próximo. Ao retornarem à residência, encontraram o suspeito à espera.
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o homem aborda a vítima de forma violenta. Ele a segura pelos cabelos e tenta forçá-la a entrar em uma caminhonete. Miriane reage e consegue se desvencilhar. Na sequência, o agressor efetua um disparo que a atinge na região lateral do tórax, com transfixação.
Ainda conforme testemunhas, a mãe da vítima tentou intervir e avançou contra o suspeito. O homem chegou a apontar a arma em sua direção e tentou realizar novos disparos, mas a arma falhou. Em seguida, ele fugiu do local.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas, porém, ao chegarem, constataram o óbito da vítima. A polícia científica foi acionada e após o trabalho de praxe o corpo foi encaminhada ao IML de Maringá.
As investigações apontam que o relacionamento do casal durava cerca de dez meses e que havia histórico de episódios de violência doméstica. Miriane teria sido agredida anteriormente, mas optou por manter a relação. Ela deixa cinco filhos, todos de um relacionamento anterior.
O caso é investigado pela Polícia Civil do Paraná, por meio da delegacia de Mandaguaçu, que trabalha na localização do suspeito e na coleta de provas, incluindo a análise das imagens de segurança que registraram o crime.














