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Motorista que atropelou mãe e filha na BR-376 é identificado; veículo roubado durante a fuga é recuperado

O motorista que atropelou mãe e filha na madrugada deste domingo (30) na BR-376, em Maringá, já foi identificado pela polícia. Trata-se de um motorista de aplicativo, que conduzia um Renault Kwid recém-adquirido em uma concessionária da cidade. O veículo estava locado há cerca de dois meses e era utilizado para trabalho. Apesar do reconhecimento, o suspeito ainda não foi localizado.

Carro roubado durante a fuga é encontrado abandonado

Por volta das 11h15, a equipe da RPA recebeu informações da Sala de Operações sobre um veículo VW Saveiro branco encontrado aberto e com a chave na ignição. O automóvel, segundo testemunhas, havia sido abandonado por um homem por volta da 1h da manhã.

Ao chegar ao local, os policiais constataram que se tratava da Saveiro roubada minutos após o acidente na BR-376. O motorista do Kwid, ao perceber que testemunhas haviam parado para prestar socorro às vítimas, rendeu o condutor da caminhonete e fugiu com ela. A Polícia Civil e a Polícia Científica foram acionadas, e o veículo foi levado ao 24° Distrito Policial de Mandaguaçu para os procedimentos.

Mãe morre e filha de 11 anos fica em estado grave

O acidente ocorreu nas proximidades do Tenda Motel, sentido Iguatemi–Maringá. A vítima fatal foi identificada como Kelly Ferreira dos Reis, que seguia de moto com a filha de 11 anos em direção a Sarandi, onde moravam. Elas foram atingidas violentamente pelo Renault Kwid conduzido pelo suspeito, que arrastou mãe e filha por vários metros.

A menina sofreu fratura de fêmur, trauma de abdômen e múltiplos ferimentos. Em estado grave e consciente, ela chamava insistentemente pela mãe enquanto recebia atendimento do Samu. Foi encaminhada ao Hospital Bom Samaritano.

Kelly teve múltiplas lesões e entrou em parada cardiorrespiratória. Apesar das manobras das equipes do Samu, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar, ela morreu ainda no local. O corpo foi encaminhado ao IML de Maringá.

Kelly era apaixonada por motos, integrava o grupo feminino Lokas MC e trabalhava nas Águas de Sarandi. Além da filha que a acompanhava no momento do acidente, ela deixa um segundo filho.

A Polícia Civil investiga as circunstâncias da colisão, o motivo da fuga e trabalha para localizar o motorista responsável pela morte e pelos demais crimes registrados após o acidente.