Policiais da Delegacia de Polícia Civil de Paiçandu, com apoio de um policial civil de Palmital, cumpriram no início da tarde desta quarta-feira (29) um mandado de prisão contra um jovem identificado pelo nome de Ryan, de 23 anos, no município de Floresta.
O jovem era alvo de investigações por tráfico de drogas e, segundo a Polícia Civil, integra a quadrilha conhecida como “Piratas do Asfalto”, além de ser apontado como um dos responsáveis por abastecer com entorpecentes a cidade de Palmital (PR).
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Ele também era alvo da Operação Sem Fronteiras, deflagrada em dezembro de 2025 pelas delegacias de Palmital e Paiçandu, com apoio da Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Penal, nos municípios de Floresta e Maringá. Na ocasião, a ação resultou na prisão de quatro investigados, apreensão de drogas, dinheiro, munições, celulares e arma de fogo, além de um confronto armado em Maringá que terminou com a morte de um suspeito. Ryan, no entanto, não foi localizado durante aquela operação.
Após novas investigações, um policial civil de Palmital descobriu que ele estaria novamente em Floresta e, junto com a equipe da Polícia Civil de Paiçandu, foi até o município para cumprir a ordem judicial.
Durante a abordagem, realizada em frente a uma residência, Ryan estava acompanhado de Wellington, de 35 anos, conhecido pelo apelido de “Alemão”, que também possui antecedentes criminais. Com os dois, os policiais encontraram um veículo Gol com queixa de furto registrada na cidade de Fênix (PR).
Ryan já havia se envolvido também em um confronto com equipes da ROTAM no dia 26 de fevereiro deste ano, também em Floresta. Na ocasião, ele estava com uma motocicleta roubada e tentou fugir, se escondendo em um quarto de uma pousada. Segundo a Polícia Militar, ao ser cercado, ele sacou um revólver calibre .38 e apontou para os policiais, que reagiram. Ele foi baleado no braço e no tórax, além de serem apreendidos crack e dinheiro trocado.
Após a prisão de hoje o dois foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil, e na sequência, levados para a carceragem da 9ª SDP, onde permanecem à disposição da Justiça.
Texto: Alécio Martins


