A investigação sobre o desaparecimento de Eulália Farias Pinheiro, de 70 anos, pode ter entrado em uma nova fase. Após a localização de um corpo em uma área de mata na região do Porto Tigre, em Nova Londrina, investigadores passaram a concentrar esforços para identificar quem teria levado a vítima até o local e abandonado o corpo. Uma das hipóteses analisadas é que o responsável conhecia bem a região, considerada de difícil acesso.
Embora a identidade da vítima ainda dependa do resultado do exame de DNA, elementos reunidos durante a investigação e as circunstâncias em que o corpo foi encontrado reforçam a linha de apuração sobre um possível crime premeditado.
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Segundo informações apuradas, o corpo foi encontrado a cerca de 23 quilômetros da área urbana de Nova Londrina, parcialmente submerso e preso entre galhadas às margens do rio. O acesso ao ponto onde a vítima foi localizada é considerado difícil, com trilhas em meio à mata e uma ponte de madeira nas proximidades.
As circunstâncias levaram investigadores a trabalhar com a hipótese de que quem deixou o corpo no local conhecia a região. A suspeita é de que a vítima possa ter sido levada até o ponto ou que o corpo tenha sido lançado da ponte e posteriormente arrastado pela força da água durante as chuvas registradas nas últimas semanas.
Caso o exame de DNA confirme que o corpo encontrado é realmente o de Eulália, a investigação deixará definitivamente a linha de desaparecimento para concentrar esforços na elucidação de um homicídio. Entre os pontos que deverão ser aprofundados estão a identificação da pessoa que teria marcado o encontro com a idosa em Nova Londrina, o destino do dinheiro que ela levava para negociar a compra de um terreno e o paradeiro de objetos pessoais, como celular e bolsa, que ainda não foram localizados.

Via GMC-online

