Um corpo encontrado na região de Porto Tigre, nesta terça-feira (14), pode ser da idosa Eulália Farias Pinheiro, de 70 anos, moradora de Maringá que está desaparecida. No entanto, a identidade da vítima ainda não foi confirmada oficialmente e dependerá da conclusão dos exames realizados pela Polícia Científica do Paraná.
Segundo informações preliminares obtidas pela reportagem, as roupas encontradas no corpo são compatíveis com as utilizadas por Eulália no dia do desaparecimento. “Baseado nas roupas que a vítima estava utilizando, as características batem com aquelas da vítima de desaparecimento há cerca de 30 dias”, informou uma fonte ligada às investigações. Apesar da coincidência, a confirmação da identidade somente será possível após a conclusão dos exames periciais.
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Em nota, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) informou que o corpo foi recolhido pela Polícia Científica para a realização da necropsia e dos procedimentos de identificação.
As equipes da Polícia Civil estiveram no local, realizaram o levantamento da cena, coletaram vestígios e reuniram elementos que irão subsidiar a investigação.
Segundo a PCPR, ainda não há prazo para a conclusão dos exames periciais, pois fatores como o estado de conservação do corpo podem influenciar no tempo necessário para a identificação. A Polícia Científica destacou que os trabalhos estão sendo realizados com agilidade, mas sem comprometer o rigor técnico das análises.
Desaparecimento
Eulália Farias Pinheiro desapareceu após sair de Maringá. As investigações apontam que ela embarcou em um ônibus com destino a Nova Londrina, no noroeste do Paraná.
Imagens de câmeras de segurança obtidas pela Polícia Civil mostram a idosa caminhando nas proximidades de sua residência e, posteriormente, desembarcando de um ônibus do transporte coletivo nas imediações do Terminal Rodoviário de Maringá.
Até o momento, não há confirmação de que Eulália tenha chegado ao destino final. A investigação é conduzida com base em depoimentos, análise de imagens e diligências realizadas em Maringá e Nova Londrina.
De acordo com a delegada responsável pelo caso, o terminal rodoviário de Nova Londrina não possui sistema de monitoramento interno, o que dificulta parte da apuração.
A Polícia Civil informou ainda que trabalha com a hipótese de que a idosa tenha deixado Maringá voluntariamente e que pudesse manter um relacionamento com um homem ainda não identificado. A informação, entretanto, é considerada preliminar e continua sendo apurada, sem confirmação oficial.
Enquanto os exames periciais não forem concluídos, não é possível afirmar que o corpo encontrado em Porto Tigre seja o de Eulália Farias Pinheiro.
As investigações seguem em andamento e a Polícia Civil solicita que qualquer informação que possa contribuir com o caso seja comunicada às autoridades. A Polícia Militar também pode ser acionada pelo telefone 190.










