Apontado pela Polícia Civil como o autor dos disparos que mataram três pessoas inocentes em Sarandi, Jhonatan Sales dos Santos, de 32 anos, segue foragido e é procurado pelas forças de segurança. De acordo com informações apuradas pela reportagem, o suspeito deixou o sistema prisional no dia 30 de março de 2026, onde cumpria pena por diversos crimes, entre eles homicídio, posse e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, posse irregular de arma de fogo, furto qualificado, roubo agravado e associação criminosa.

Ainda segundo registros do sistema prisional, Jhonatan possui um histórico criminal extenso. Em 2013, ele foi condenado por envolvimento na morte de um detento dentro da Cadeia Pública de Sarandi. Agora, menos de dois meses após deixar a prisão, voltou a ser alvo das autoridades por suposta participação em um dos crimes mais violentos registrados recentemente na região.
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O caso que colocou novamente o nome de Jhonatan no centro das investigações ocorreu na noite de 22 de maio, no Jardim Verão, em Sarandi. Segundo a Polícia Civil do Paraná (PCPR), o suspeito é apontado como o executor de um atentado que terminou com a morte de três integrantes de uma mesma família.
As vítimas foram Rafael Moreira do Amaral, de 37 anos, sua esposa, Jéssica de Jesus Hass, de 32 anos, e o adolescente Matheus Souza do Amaral, de apenas 15 anos. Eles estavam reunidos em um estabelecimento comercial para uma confraternização familiar quando foram surpreendidos pelos disparos.
As investigações apontam que o ataque teria sido motivado por uma disputa envolvendo o tráfico de drogas na região. Conforme a Polícia Civil, o alvo inicial dos criminosos seria outro grupo de pessoas, mas um erro na execução do atentado fez com que o atirador entrasse no local errado, atingindo pessoas sem qualquer ligação com atividades criminosas.
A apuração policial identificou ainda Gabriel Vitor Surany, de 25 anos, como suposto mandante do crime, e Paulo Rogério Aparecido Surany, de 36 anos, como responsável pela logística da ação e pelo transporte do executor. Ambos já foram presos durante a Operação Leviatã, deflagrada pelas forças de segurança.
Contra Jhonatan Sales dos Santos há um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça. A Polícia Civil pede que qualquer informação sobre o paradeiro do suspeito seja repassada pelos canais oficiais de denúncia, com garantia de anonimato ao denunciante.




